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RibDown - Associação Síndrome de Down de Ribeirão Preto

Rua Marechal Rondon, 436, sala 4 – Jardim América

Ribeirão Preto -SP, CEP:14020-220 

Telefone: 16- 3013 -5667

contato@ribdown.org.br 

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Longe da árvore: Pais, filhos e a busca da identidade

Andrew Solomon

Resultado de uma ampla investigação sobre as tensões entre identidade e diferença em famílias com filhos portadores de deficiências físicas, mentais e sociais, Longe da árvore é um ensaio monumental sobre a tolerância e a valorização da diversidade. Diagnosticado com dislexia na infância, Andrew Solomon conta que a superação dessa deficiência só foi possível porque ele pôde contar com a paciente dedicação dos pais num lar estruturado. Criado num ambiente privilegiado, Solomon sempre teve acesso a todo afeto e atenção terapêutica necessários ao tratamento. Entretanto, quando sua homossexualidade latente transpareceu na adolescência, os mesmos pais que sempre o haviam cercado de carinho e compreensão reagiram com intolerância e vergonha. Muitos anos depois, para tentar entender as relações entre essas duas identidades divergentes das expectativas dos pais, e como elas puderam provocar sentimentos tão antagônicos, o autor realizou uma abrangente pesquisa sobre o universo da diversidade em famílias com filhos marcados pela excepcionalidade. Surdos, anões, portadores de síndrome de Down, autistas, esquizofrênicos, portadores de deficiências múltiplas, crianças prodígios, filhos concebidos por estupro, transgêneros e menores infratores: dez "identidades horizontais" (isto é, divergentes dos padrões familiares, linguísticos e sociais predeterminados), sujeitas em graus distintos a influências genéticas e ambientais, compõem a constelação de temas deste magnífico tour de force sobre os sentidos de ser diferente e, principalmente, de aprender a amar e respeitar as diferenças.

As Borboletas de Zagorsk - Documentário ( https://www.youtube.com/watch?v=KxEaHMxi7wE)

The Butterflies of Zagorsk, 1990

As Borboletas de Zagorsk (The Butterflies of Zagorsk, 1990) é um documentário produzido pela BBC em 1990 que trata do trabalho desenvolvido em uma escola russa com crianças surdas e cegas, inspirado nos estudos de Lev Vigotski. A obra tem 58 minutos de duração e se passa na cidade de Zagorsk, a 80 km de Moscou.

Território do Brincar ( Filme)

DireçãoRenata MeirellesDavid Reeks

ADocumentário assume o brincar infantil como narrativa que sustenta uma história na íntegra. Ao longo de vinte e um meses, diversas crianças e seus trejeitos, das variadas realidades do Brasil, foram representadas

Território do Brincar ( Filme)

DireçãoRenata MeirellesDavid Reeks

ADocumentário assume o brincar infantil como narrativa que sustenta uma história na íntegra. Ao longo de vinte e um meses, diversas crianças e seus trejeitos, das variadas realidades do Brasil, foram representadas

Tarja Branca ( Filme)

DireçãoCacau Rhoden

Brincadeira é coisa séria e não é só assunto de criança. É fazer o que se gosta, valorizar o prazer pessoal, colorir os dias. Vivemos em busca da felicidade e agora resta saber se estamos procurando no lugar certo.

Educar sem violência: Criando filhos sem palmadas (Livro)

por Ligia Moreiras Sena (Autor), Andreia Mortensen (Autor)

Palmadas educam? Como disciplinar as crianças com amor e respeito, excluindo qualquer possibilidade de violência? Como mudar o estilo de cuidado parental e criar um ambiente amoroso? O que é ensinado às crianças quando se usa a violência contra elas? O que mostram as pesquisas dos últimos anos sobre as consequências da violência praticada por pais e cuidadores? De onde vem a agressividade parental? Por que as "birras" acontecem? Como corrigir os filhos adequadamente? Que tipo de vínculo você pretende criar com eles?
Alguns adultos dizem "eu apanhei e sobrevivi". Mas sobreviver é o bastante? Quebrar o ciclo da violência é possível?
Esse livro responde a todas essas perguntas, feitas diariamente por milhares de famílias, em linguagem acessível, prática e objetiva, com depoimentos reais de mães. As causas e as consequências da violência parental contra a criança são discutidas pelas autoras com amor, afeto e ciência. - Papirus 7 Mares

Para educar crianças feministas  (Livro)

por Chimamanda Ngozi Adichie (Autor), Denise Bottmann (Tradutor)

Após o enorme sucesso de Sejamos todos feministas, Chimamanda Ngozi Adichie retoma o tema da igualdade de gêneros neste manifesto com quinze sugestões de como criar filhos dentro de uma perspectiva feminista.
Escrito no formato de uma carta da autora a uma amiga que acaba de se tornar mãe de uma menina, Para educar crianças feministas traz conselhos simples e precisos de como oferecer uma formação igualitária a todas as crianças, o que se inicia pela justa distribuição de tarefas entre pais e mães. E é por isso que este breve manifesto pode ser lido igualmente por homens e mulheres, pais de meninas e meninos.
Partindo de sua experiência pessoal para mostrar o longo caminho que ainda temos a percorrer, Adichie oferece uma leitura essencial para quem deseja preparar seus filhos para o mundo contemporâneo e contribuir para uma sociedade mais justa.

A Capacidade Civil das Pessoas com Deficiência e os Perfis da Curatela  (Livro)

por Vitor Almeida (Autor)

A presente obra objetiva examinar o reconhecimento da plena capacidade civil das pessoas com deficiência intelectual, a partir da expressa dicção do art. 6º da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015). As profundas transformações promovidas no regime de (in)capacidade civil pela referida Lei foram impulsionadas pela Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (CDPD) e seu Protocolo Facultativo, ratificados e incorporados ao ordenamento jurídico brasileiro com força e hierarquia constitucionais, nos termos do § 3º do art. 5º da Constituição da República e obrigam a releitura da curatela como instrumento de apoio à pessoa que dela necessita. A CDPD adotou o modelo social da deficiência, que definitivamente inclui a defesa dos direitos das pessoas com deficiência na agenda dos direitos humanos, e determina a promoção de seus direitos fundamentais e sua plena inclusão social. Nesse sentido, o reconhecimento da plena capacidade das pessoas com deficiência implica medidas efetivas e apropriadas de apoio, de modo a prevenir abusos e assegurar sua participação social em igualdade de condições, que incluem a adoção de instrumentos proporcionais às circunstâncias de cada pessoa, para fins de proteção de seus interesses de cunho existencial e patrimonial. Buscou-se demonstrar a importância desses instrumentos para a conquista da autonomia especialmente pela pessoa com deficiência intelectual, de todo indispensável para a preservação de sua dignidade.

A queda: As memórias de um pai em 424 passos  (Livro)

por Diogo Mainardi (Autor)

Diogo Mainardi em emocionante declaração de amor ao filho. Um dos mais polêmicos jornalistas do Brasil, Diogo Mainardi apresenta um livro de memórias contundente sobre a trajetória de seu primogênito Tito. Vítima de erro médico, em um hospital de Veneza, Tito nasceu com paralisia cerebral. De forma emocionante e surpreendente, Diogo relata como a relação com o filho norteou sua vida desde então, e como ele lida com a culpa e os culpados da paralisia de Tito. Em A QUEDA, ele conta cada vitória do filho, cada distância percorrida antes que músculos traiçoeiros o joguem ao chão. Mainardi se despe de todas as suas crenças e orientações — políticas ou não — para se revelar simplesmente um pai. Tão intrinsecamente apaixonado pelo próprio filho, tão em sintonia emocional com seu menino, que nos faz sentir quase voyeurs de um amor incondicional e irrevogável. Parceiros de uma história tão emocionante quanto surpreendente.

Diario da mãe da Alice  (Livro)

por Mariana Rosa (Autor)

Impossível não se emocionar com os relatos da belo-horizontina Mariana Rosa sobre sua filha Alice, que tem paralisia cerebral e Síndrome de West. Jornalista talentosa, Mariana transforma as vivências de angústia, alegria, surpresa, desassossego - tudo - em poesia. Das mais diversas experiências, extrai sempre uma perspectiva de aprendizagem para compartilhar em seu blog, o Diário da Mãe da Alice. Mas o que realmente impressiona em seus escritos é a ausência de drama, a forma serena como se refere à sua maternidade atípica. “Tenho desafios como todas as mães, apenas um pouquinho diferentes em alguns aspectos”, costuma dizer ela.

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